Transferência de Créditos de ICMS a Terceiros

[vc_row type=”in_container” full_screen_row_position=”middle” column_margin=”default” column_direction=”default” column_direction_tablet=”default” column_direction_phone=”default” scene_position=”center” text_color=”dark” text_align=”left” row_border_radius=”none” row_border_radius_applies=”bg” overlay_strength=”0.3″ gradient_direction=”left_to_right” shape_divider_position=”bottom” bg_image_animation=”none”][vc_column column_padding=”no-extra-padding” column_padding_tablet=”inherit” column_padding_phone=”inherit” column_padding_position=”all” column_element_spacing=”default” background_color_opacity=”1″ background_hover_color_opacity=”1″ column_shadow=”none” column_border_radius=”none” column_link_target=”_self” gradient_direction=”left_to_right” overlay_strength=”0.3″ width=”1/1″ tablet_width_inherit=”default” tablet_text_alignment=”default” phone_text_alignment=”default” bg_image_animation=”none” border_type=”simple” column_border_width=”none” column_border_style=”solid”][vc_column_text]Na terça-feira, 19 de setembro, os ministros discutiram um agravo no RMS 67441/ES, que se trata de um mandado de segurança apresentado por uma empresa de fertilizantes. O objetivo é evitar que o fisco pratique atos que impeçam a transferência de créditos acumulados de ICMS em situações que não se enquadram nas operações de exportação.

O relator, em sua decisão individual, argumentou que a empresa possui créditos de ICMS que não se originam de operações de exportação e, portanto, deve obedecer à legislação estadual. A ausência de uma norma que estabeleça as condições para a transferência de créditos acumulados de ICMS que não se originam de exportações impede a utilização desse direito.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]