Perdimento de Mercadorias

[vc_row type=”in_container” full_screen_row_position=”middle” column_margin=”default” column_direction=”default” column_direction_tablet=”default” column_direction_phone=”default” scene_position=”center” text_color=”dark” text_align=”left” row_border_radius=”none” row_border_radius_applies=”bg” overlay_strength=”0.3″ gradient_direction=”left_to_right” shape_divider_position=”bottom” bg_image_animation=”none”][vc_column column_padding=”no-extra-padding” column_padding_tablet=”inherit” column_padding_phone=”inherit” column_padding_position=”all” column_element_spacing=”default” background_color_opacity=”1″ background_hover_color_opacity=”1″ column_shadow=”none” column_border_radius=”none” column_link_target=”_self” gradient_direction=”left_to_right” overlay_strength=”0.3″ width=”1/1″ tablet_width_inherit=”default” tablet_text_alignment=”default” phone_text_alignment=”default” bg_image_animation=”none” border_type=”simple” column_border_width=”none” column_border_style=”solid”][vc_column_text]No REsp 2076397/CE, a Rima Comércio e Distribuição de Óculos Ltda. busca reverter a penalidade de perdimento de mercadorias imposta pela fiscalização aduaneira devido à apresentação de notas fiscais inidôneas. O contribuinte argumenta que não é o importador dos produtos, mas sim um adquirente que comprou os bens em São Paulo. Além disso, alega que se trata de armações simples, sem marca, número de série ou modelo, o que impede a declaração dessas informações na nota fiscal. Por fim, afirma que a nota fiscal foi emitida pela empresa vendedora, e ele, como adquirente de boa fé, confiou que seu fornecedor tinha feito a emissão corretamente.

No entanto, o TRF5 considerou a penalidade adequada e manteve o perdimento das mercadorias, uma vez que os importadores não tinham habilitação de importação no Siscomex, e o contribuinte não apresentou comprovação de trânsito regular das mercadorias no país, limitando-se a alegar sua boa fé.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]