[vc_row type=”in_container” full_screen_row_position=”middle” column_margin=”default” column_direction=”default” column_direction_tablet=”default” column_direction_phone=”default” scene_position=”center” text_color=”dark” text_align=”left” row_border_radius=”none” row_border_radius_applies=”bg” overlay_strength=”0.3″ gradient_direction=”left_to_right” shape_divider_position=”bottom” bg_image_animation=”none”][vc_column column_padding=”no-extra-padding” column_padding_tablet=”inherit” column_padding_phone=”inherit” column_padding_position=”all” column_element_spacing=”default” background_color_opacity=”1″ background_hover_color_opacity=”1″ column_shadow=”none” column_border_radius=”none” column_link_target=”_self” gradient_direction=”left_to_right” overlay_strength=”0.3″ width=”1/1″ tablet_width_inherit=”default” tablet_text_alignment=”default” phone_text_alignment=”default” bg_image_animation=”none” border_type=”simple” column_border_width=”none” column_border_style=”solid”][vc_column_text]Na terça-feira, 19 de setembro, a 2ª Turma também julgou o REsp 2071358/SC, no qual a Bunge Alimentos S/A contesta uma decisão que negou a suspensão das cobranças relacionadas a créditos presumidos agropecuários de PIS/Cofins. O fisco alega que a empresa se apropriou indevidamente desses créditos, enquanto a Bunge argumenta que a exigibilidade dos valores deve ser suspensa enquanto o direito creditório está sendo discutido na via administrativa.
No entanto, o TRF4 decidiu que a manifestação de inconformidade com efeito suspensivo, defendida pelo contribuinte, se aplica apenas a casos de compensação não homologada. No caso em questão, a contribuinte, por ser uma empresa agropecuária, tem direito ao ressarcimento antecipado em dinheiro de 70% do crédito presumido, desde que cumpra certos requisitos. No entanto, o fisco considerou os créditos indevidos e notificou o contribuinte para devolver imediatamente os valores ressarcidos, sob ameaça de inscrição em dívida ativa.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]