[vc_row type=”in_container” full_screen_row_position=”middle” column_margin=”default” column_direction=”default” column_direction_tablet=”default” column_direction_phone=”default” scene_position=”center” text_color=”dark” text_align=”left” row_border_radius=”none” row_border_radius_applies=”bg” overlay_strength=”0.3″ gradient_direction=”left_to_right” shape_divider_position=”bottom” bg_image_animation=”none”][vc_column column_padding=”no-extra-padding” column_padding_tablet=”inherit” column_padding_phone=”inherit” column_padding_position=”all” column_element_spacing=”default” background_color_opacity=”1″ background_hover_color_opacity=”1″ column_shadow=”none” column_border_radius=”none” column_link_target=”_self” gradient_direction=”left_to_right” overlay_strength=”0.3″ width=”1/1″ tablet_width_inherit=”default” tablet_text_alignment=”default” phone_text_alignment=”default” bg_image_animation=”none” border_type=”simple” column_border_width=”none” column_border_style=”solid”][vc_column_text]A 2ª Turma também analisou o REsp 1721366/RJ, que envolve uma ação anulatória de débito fiscal movida pela Petrobras. A empresa atuava como substituta dos distribuidores varejistas e realizava o recolhimento antecipado de PIS/Cofins sobre as receitas da venda de combustíveis antes da edição da MP 1991-15/00, que revogou o regime de substituição tributária.
Na época, os distribuidores varejistas entraram com ação buscando a restituição de valores supostamente pagos a mais no período de 1/2/1999 a 1/7/2000. A Petrobras foi obrigada a proceder à compensação dos créditos tributários que os varejistas alegavam ter direito. No entanto, com a revogação da antecipação de tutela em 2002 e a sentença que julgou improcedente o pedido de restituição em 2010, o fisco passou a cobrar da Petrobras a diferença das contribuições, argumentando que a responsabilidade pelo recolhimento integral era da empresa.
O TRF2, porém, entendeu que a empresa não poderia ser responsabilizada pelas consequências indesejadas e pelos prejuízos causados ao fisco devido à liberação dos recursos pelos distribuidores varejistas. A Fazenda recorreu ao STJ.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]